Reabilitação depois da cirurgia, no seu ritmo

A cirurgia foi o começo. A recuperação é o caminho.
Fisioterapia pós-operatória para joelho, ombro, quadril e coluna, no consultório do Setor Sudoeste, com progressão de carga alinhada à orientação do seu cirurgião.
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopédica, RQE nº 1060261253 — é exatamente esta a área.
Se você
Fez ou vai fazer uma cirurgia ortopédica
Recebeu alta do cirurgião com indicação de fisioterapia
Tem medo de forçar demais, ou de não forçar o suficiente
Ainda não consegue dirigir, e precisa de um plano para essas primeiras semanas
Quer voltar às suas atividades com critério, não por tentativa e erro
Como a progressão é decidida
A pergunta que mais aparece no pós-operatório é “já posso?”. E a resposta honesta é que não se responde pelo calendário.
Duas pessoas operadas no mesmo dia, pelo mesmo cirurgião, chegam à sexta semana em pontos diferentes. Por isso a carga progride por critério, não por prazo — e os critérios são observados a cada sessão:
O que o seu cirurgião orientou — restrições de movimento, de carga e de prazo vêm dele, e são o limite dentro do qual a fisioterapia trabalha.
Como o tecido está respondendo — dor e inchaço no dia seguinte dizem se a dose da sessão anterior foi adequada.
Amplitude de movimento — quanto a articulação já se move, e com que qualidade.
Força e controle — não só se você consegue, mas se consegue com o padrão de movimento certo.
Função — subir escada, levantar da cadeira, erguer o braço até a prateleira. É o que devolve a vida, e é o que medimos.
Progredir rápido demais custa semanas. Progredir devagar demais custa meses. O critério existe para você não pagar nenhuma das duas contas.
As primeiras semanas, quando dirigir ainda não é possível
Logo depois da cirurgia, deslocar-se costuma ser o maior obstáculo — e é justamente quando orientação faz mais diferença.
Nessas primeiras semanas podemos começar por teleconsulta: revisar o que o cirurgião orientou, organizar posicionamento, controle de edema, exercícios possíveis dentro das restrições, e o que observar. Quando você já se deslocar com segurança, passamos ao presencial.
Isso não substitui o presencial no pós-operatório recente, quando exame físico com as mãos é necessário. É uma ponte, e eu digo com honestidade se o seu caso permite.
O que levar na primeira consulta
O relatório ou a descrição cirúrgica, se você tiver
As orientações que o cirurgião deu por escrito, incluindo restrições
Exames de imagem que já existirem
A lista das atividades que você quer voltar a fazer — do banal ao esportivo
Essa última é a mais importante e a que ninguém traz. É ela que define o alvo do tratamento.
Critérios de alta: como você sabe que terminou
Alta não é “parou de doer”. É ter recuperado movimento, força e confiança suficientes para a sua vida, e saber o que fazer sozinho a partir dali.
Você termina o tratamento sabendo três coisas: o que manter, o que observar, e o que fazer se algo mudar. O objetivo é você não precisar mais de mim.
Sinais que pedem o seu cirurgião, não a fisioterapia
No pós-operatório existem situações que são da equipe cirúrgica. Procure o seu cirurgião, ou serviço de urgência, se houver:
Febre, ou calor, vermelhidão e secreção na incisão.
Dor súbita e intensa, diferente da dor esperada da recuperação.
Inchaço com dor na panturrilha, especialmente em um lado só.
Falta de ar ou dor no peito.
Perda súbita de movimento ou sensação de falha na articulação operada.
Como começa
Consulta de avaliação de 1h30, e depois uma consulta de retorno em que você recebe o plano. Está descrito em detalhe em como funciona o atendimento.
O consultório fica no Setor Sudoeste, em Brasília — CLSW 301, Bloco A, Salas 114 e 116.
Se você tem sinal de alerta pós-operatório — febre, secreção na incisão, dor súbita e intensa, inchaço com dor na panturrilha ou falta de ar — procure o seu cirurgião agora, não a fisioterapia.
Fora desses casos, se quiser conversar sobre o seu quadro, me chame no WhatsApp. O valor da avaliação é informado ali, em menos de um minuto.
Marcela Tamiasso · Fisioterapeuta · CREFITO-11 nº 187919-F
Especialista em Fisioterapia Traumato-Ortopédica · RQE nº 1060261253
Mestre em Ciências da Reabilitação · Pós-graduada em Dor
Mais de 10 anos de atuação · Atendimento individual, um paciente por horário
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação individual. Os resultados variam de pessoa para pessoa.





Comentários